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Está o seu país preparado para uma rápida e fiável identificação de vítimas após um desastre maciço?

Em caso de desastre maciço, é necessário dar resposta a muitos problemas prementes. Um acidente de aviação, um tsunami ou uma acção terrorista constituem enormes desafios para as autoridades públicas, às quais incumbe a restauração da ordem pública, a preservação da segurança pública, a investigação das causas do desastre e, se aplicável, a punição dos perpetradores.

A recuperação e identificação dos restos mortais das vítimas é uma tarefa de grande valor público, tanto por razões humanitárias como por razões legais. As famílias anseiam saber se os seus entes queridos se contam entre as vítimas. As famílias exigem dos governantes que levem a cabo todos os esforços necessários à rápida identificação e entrega dos restos mortais, de forma a que elas possam iniciar o processo de luto e assim enquadrar a sua lamentável perda nas suas vidas.

A identificação de vítimas de desastre (DVI) foi grandemente facilitada pelo advento das modernas tecnologias de análise de material genético (nomeadamente, de ácidos desoxirribonucleicos, A.D.N.). Numerosos laboratórios forenses, disseminados por todo o mundo, são capazes de extrair e gerar perfis de A.D.N. a partir de amostras ínfimas. Estas tecnologias de análise de A.D.N. tornaram possível a identificação de vítimas com base em coincidências/emparelhamentos entre/de perfis de A.D.N.

A identificação de restos mortais que poderão pertencer a pessoas dadas como desaparecidas é complicada pela ausência de pertinentes amostras de A.D.N. de referência. As amostras de A.D.N. de referência são, em tais casos, obtidas a partir de fontes indirectas (familiares). A vinculação de vítimas a amostras de A.D.N. dos seus parentes mais próximos, em lugar de amostras do seu próprio A.D.N., not all. In the case of a mass disaster this is complicated é muito mais difícil, dado que parentes partilham algum do seu A.D.N., mas não todo. No caso de um desastre de massa, esta tarefa complica-se adicionalmente, porquanto podem no mesmo ver-se envolvidos múltiplos membros da mesma família (os quais partilham A.D.N. entre si).

Melhorar a identificação de vítimas de desastres: a experiência holandesa

A facilitação desta tarefa permite que a atenção dos agentes da administração pública e das forças de segurança se concentre em aqueles que de ela mais necessitam: as vítimas e as suas famílias. A facilitação desta tarefa permite que a atenção dos agentes da administração pública e das forças de segurança se concentre em aqueles que de ela mais necessitam: as vítimas e as suas famílias. da tarefa de desenvolver um sistema computadorizado de identificação de vítimas de desastre. O quaderno de encargos foi exigente desde o princípio. Tal sistema teria de ser concebido para lidar com incidentes de grande envergadura, nos quais grande número de amostras hão-de ser analisadas e emparelhadas de forma rápida e fiável. Tal sistema deveria ser capaz de operar com amostras de fontes assaz diferentes, ora sejam restos mortais, ora seja informação proveniente de bases de dados nacionais e/ou internacionais. O tempo de identificação bem assim como a probabilidade de erro de emparelhamento teriam de ser minimizados.

Para este efeito, redesenhou-se o processo de recolha, manipulação e emparelhamento das amostras de A.D.N. Este redesenho centrou-se em dois elementos essenciais. Como primeiro elemento da solução, foi necessário tornar-se possível o manejamento de grandes quantidades de amostras de A.D.N. com um reduzido tempo de processamento por lote (na ordem de dias). O segundo elemento da solução foi o desenvolvimento de Bonaparte, uma aplicação de software única que realiza a tarefa de emparelhamento em uma questão de minutos, por oposição aos meses que podem ser necessários com os métodos-padrão. Por ordem de e em íntima colaboração com o NFI, o sistema Bonaparte foi desenvolvido pela Smart Research, uma subsidiária da Fundação Redes Neurais (Stichting Neurale Netwerken, SNN) da Universidade de Noviómago (Radboud Universiteit Nijmegen). O recurso a um sistema automatizado permite eliminar o error humano. O sistema Bonaparte faz uso de métodos matemáticos probabilísticos (bayesianos) de ponta, mediante os quais não apenas podem ser feitos emparelhamentos directos, mas também os substancialmente mais difíceis emparelhamentos indirectos com recurso a A.D.N. de familiares. Os modelos implementados no sistema Bonaparte estão bem documentados e estão disponíveis para os utilizadores finais, A Bonaparte usa modelos gráficos estatísticos, as chamadas redes bayesianas. O sistema Bonaparte foi validado.

Estudo de caso »
8U771 Crash

Desastre envolvendo o voo 8U771 da companhia Afriqiyah Airways, havido em 12 de Maio de 2010, em Trípoli, na Líbia. O sistema Bonaparte DVI foi utilizado para identificar todas as vítimas de este acidente.

Japan Earthquake factories

Fábricas danificadas em Sendai, no Japão, depois do terramoto e do tsunami de 2011. © AP

Bosnian Mass graves

Vala comum com vítimas de atrocidades de guerra, em Srebrenica, na Bósnia-Herzegovina, Julho de 1995. Fotografado por Adam Jones, adamjones.freeservers.com

maio 11 2015, 14:45:53 / cb393dfbc6bb2cc4dcb0ecabd445d0dac5bc5dc6
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